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Ingestão de gorduras em atletas: saiba como o óleo de coco virgem pode ajudar

Publicada 18 abr 2010

Um estudo recente, desenvolvido no Japão, reforça a tese de que os Ácidos Graxos de Cadeia Média (TCM) são combustíveis interessantes para o desempenho de atletas não profissionais. Atletas profissionais também podem se beneficiar desse interessante combustível. A pesquisa foi publicada no Journal of Nutritional Science and Vitaminology , revista científica editada pela THE VITAMIN SOCIETY OF JAPAN e JAPANESE SOCIETY OF NUTRITION AND FOOD SCIENCE.

A performance atlética é determinada em parte pelo custo energético da prova esportiva e pela capacidade do sistema metabólico em fornecer essa energia na quantidade e ritmo necessários. Os principais combustíveis utilizados durante atividade física de média e alta intensidade são os carboidratos e gorduras.

Carboidratos são armazenados principalmente nos músculos e fígado na forma de glicogênio. Gorduras são armazenadas na forma de triglicerídeos. Até recentemente a ênfase era dada para o consumo de carboidratos, já que dietas com teor elevado de carboidratos (60 – 70%) e reduzido de groduras (10-15%) melhoravam a performance em provas de resistência, enquanto que dietas com percentual elevado de gordura (60%) tinham efeito contrário.

O que foi esquecido nesses estudos é que o teor elevado de gordura implica em um consumo muito baixo de carboidratos, prejudicando assim o rendimento atlético. Estudos mais recentes verificaram que atletas que adotam dietas com teor elevado de carboidratos muitas vezes não consomem as quantidades recomendadas de zinco e ferro.

Esses estudos também demonstraram que dietas com cerca de 32 – 52% de gordura podem aumentar a capacidade de resistência comparadas com dietas com 15% apenas de gordura. Programas alimentares com com quantidades mais generosas de gorduras disponibilizam mais gorduras intramusculares para oxidação durante a performance sem comprometer as reservas de glicose.

Durante uma prova aeróbica, a oxidação de gorduras no músculo gera boa parte da energia utilizada. Atletas apresentam uma capacidade de utilização de gorduras aumentada, o que proporciona maior resistência à fadiga.


No presente estudo, indivíduos praticantes de atividade física regularmente, receberam a inclusão de apenas 6 gramas de TCM em suas dietas durante 14 dias. O tempo para atingir a exaustão foi maior (mais prolongado) em participantes que ingeriram TCM quando comparados ao uso de Ácidos Graxos de Cadeia Longa.

Esse estudo reforça achados anteriores de pesquisas realizadas com animais, onde o uso crônico de TCM prolongava o tempo para atingir a exaustão. Vários estudos que não observavam esse efeito empregaram quantidades mais elevadas de TCM em DOSE ÚNICA no momento da atividade. Para obter o efeito benéfico é necessário o USO CONTÍNUO DURANTE ALGUMAS SEMANAS, a fim de adaptar as vias metabólicas a esse “novo combustível”.

O Óleo de Coco Virgem é uma excelente fonte de TCM, possuindo 65% dessa gordura saudável, além de ser rico em antioxidantes. Antioxidantes também são necessários para o bem estar de atletas. Um verdadeiro “dois em um”, que une a riqueza desse combustível com os tão preciosos anti-oxidantes.

Um Óleo de Coco Virgem e Orgânico também não contém conservantes / agrotóxicos em sua produção, é saboroso (ao contrário dos preparados comerciais com TCM) e ainda serve para o uso tópico na pele do atleta de resistência, que muitas vezes está exposto a ação do sol, cloro,etc. em suas provas. O Óleo de Coco deixa a pele mais hidratada e bonita. A absorção cutânea é excelente, não deixando na pele aquele rastro desagradável de gordura.

Muitos estão começando agora a cuidar do corpo e da saúde para o verão que se aproxima . Esse estudo japonês aponta para um novo aliado nos “treinos”, os Triglicerídeos de Cadeia Média. Que tal ingerí-los através de uma fonte tão natural como o Óleo de Coco Virgem e Orgânico? Ótimo como fonte energética e ainda excelente para os cuidados da pele.

Leitura complementar (para profissionais da área)

A Perspective of Fat Intake in Athletes , Pedergast et al, Journal of the American College of Nutrition, Vol. 19, No. 3,45–350 (2000).


http://www.agricult ura.gov.br/images/MAPA/arquivos_ portal/ACS/cartilha_ ziraldo.pdf

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