Enviar por E-mail

fechar

Notícias

Voltar

Segurança e eficácia do Óleo de Coco Virgem Orgânico, por Dr. Mauro Lins

Publicada 11 jul 2012

Óleo de Coco Vegetal
Dr. Mauro Lins

No Brasil, o consumo da água de coco é bastante popular, sendo considerada uma “bebida isotônica natural”, por seu teor elevado de magnésio e potássio1. Já os benefícios associados ao consumo do “óleo de coco”, são pouco conhecidos em nosso meio. A extração de óleo a partir do coco maduro é relativamente fácil, o que explica seu elevado consumo em algumas culturas.   O óleo pode ser obtido tanto do coco fresco como do coco seco através de fervura e/ou fermentação.  O óleo de coco é uma fonte palatável de triglicerídeos de cadeia média (TCM).  Seu valor calórico é de 8,4-8,6 kcal/g. A gordura de coco é, em média, 90% saturada, e 2/3 dos seus ácidos graxos são TCM. O óleo de coco é comumente dividido em duas amplas categorias: Refinado e Virgem. Idealmente, o óleo de coco deve ser comprovadamente virgem e preferencialmente certificado orgânico, já que os efeitos desse óleo sobre a saúde são superiores ao do óleo refinado, fato esse explicado pelos níveis de antioxidantes, que são mantidos nos óleos que não receberam processamento. Estudos recentes responsabilizam o ácido fenólico do coco por sua ação antioxidante. Além de sua função antioxidante, o óleo virgem apresenta propriedade antimicrobiana, apresentando baixo potencial alergênico e seu consumo não está relacionado ao risco de doenças cardiovasculares. O perfil histórico do seu uso em determinadas populações, somado às recentes pesquisas, o coloca na condição de mais uma ferramenta segura disponível no universo efervescente da nutrição funcional.

Fonte: Revista Brasileira de Nutrição Funcional - Ano 12 - Edição 52 - Julho de 2012



acompanhe

© 2010 - Finococo - Todos os Direitos Reservados